Feira do Livro

A feira está instalada no átrio da escola, aberta a toda a comunidade.
Livros para todos os gostos e com 10% de desconto.
Marcadores e cartões de presente feitos pelos alunos, estarão à venda a preços muito simbólicos.
Uma equipa de colaboradores estará disponível para fazer bonitos e originais embrulhos, caso se queira presentiar os livros comprados.
Os lucros apurados revertiram na compra de novas leituras para a biblioteca escolar.
Esperamos a melhor colaboração de todos, na medida do possível.


"A realização de feiras do livro nas escolas proporciona um contacto vivo e direto com grande número de títulos adequados às diferentes idades, incentivando os alunos ao manuseamento, à apreciação dos livros expostos e à prática de escolhas fundamentadas.

Vantagens

Os professores reconheceram há muito a vantagem de incentivar os alunos e as famílias a adquirirem livros que iniciem ou enriqueçam a sua biblioteca pessoal.

A realização de feiras do livro nas escolas, prática comum na maioria das escolas e bibliotecas, tem vários tipos de vantagens:

Proporciona um contacto vivo e direto com grande número de títulos adequados às diferentes idades.

Assegura a presença de novidades, que eventualmente a biblioteca escolar ainda não possua, e a presença de títulos menos recentes que já não se encontrem disponíveis em livrarias ou supermercados, tornando mais amplo o leque de escolhas.

Incentiva o manuseamento e a apreciação dos livros expostos, por parte dos alunos, para se habituarem a fazer escolhas fundamentadas.

Beneficia do aconselhamento dos professores, no caso de serem solicitados.

Possibilita a compra a preços mais convidativos, graças aos descontos que os fornecedores (editores ou livreiros) sempre oferecem.

Permite que a escola utilize os lucros da feira para adquirir livros para a biblioteca.

Abre a possibilidade de mobilizar os pais para que ofereçam livros aos filhos e à biblioteca escolar".

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/escolas/projectos.php?idTipoProjecto=54

O Natal está a chegar à BE

Com a colaboração de todos, a biblioteca prepara-se para a quadra.
A Bruna faz o cartaz da feira do livro, as paredes enchem-se de estrelinhas e fabricam-se os marcadores de livros e cartões de presente para vender na feira.
Todos os que visitam a biblioteca por estes dias têm o dever de contribuir porque o que se pretende alcançar é benéfico para todos. Ao que parece ninguém faz sacrifícios, o ambiente é entusiasta e todos têm boa vontade.












"Conto lá" - cá na BE


 "A primeira prenda do Pai Natal" de Alice Vieira, com ilustrações de João Caetano, foi a história escolhida pela Assunção, coordenadora da Biblioteca Municipal de Vila Real de Sto. António para recontar aos alunos do 5º A e C.


Eis um excerto da história: «O Pai Natal acordou muito cedo. Olhou para o lado: a Mãe Natal ainda dormia. Levantou-se com muito cuidado (se ela acordava de repente ficava impossível de aturar) e, em bicos de pés, foi até à porta da rua. Abriu-a muito devagar e lançou os olhos, ainda vagamente piscos de sono, pela imensidão gelada à sua frente. Neve, neve e nada mais além de neve. Uma brancura que até fazia arder a vista.

- Ainda não é desta … – murmurou desanimado.
Voltou a fechar a porta e sentiu-se muito cansado.
- Mas por que é que, em todo o mundo, só eu é que não tenho direito a receber um presente de Natal? – murmurou, olhando a lista que a Mãe Natal lhe tinha deixado em cima da mesa, para que não se esquecesse de nada.
Até ela, até ela tinha direito à sua prenda. Durante muitos anos, limitara-se a pedir “umas luvas de lã, pois tenho sempre as mãos enregeladas”. Mas ao fim de tantos anos já não havia gavetas que chegassem para guardar as luvas – e as mãos continuavam enregeladas …»

O livro existe na nossa biblioteca.

Exposição de trabalhos - Dia da Restauração

No âmbito da disciplina de História, o 6ºC expôs alguns trabalhos ilucidativos da Restauração da Independência de Portugal em 1640.

1 de dezembro - "A Restauração da Independência"



A Restauração da Independência é um feriado comemorado em Portugal anualmente no dia 1 de Dezembro, para assinalar a recuperação da independência nacional face a Espanha no ano de 1640, que durante 60 anos ocupou o paí­s e o oprimiu.


A morte de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica. Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal. Durante sessenta anos Portugal sofreu o domí­nio filipino. Foram três os reis espanhóis que governaram Portugal entre 1580 e 1640,Filipe I, Filipe II e Filipe III.

A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola.

O que levou à Restauração da Independência foi a instabilidade e a insatisfação que se notava em Portugal e o desrespeito dos privilégios nacionais que estava a provocar descontentamento. Os impostos aumentavam; a população empobrecia; os burgueses ficavam afectados nos seus interesses comerciais; a nobreza estava preocupada com a perda dos seus postos e rendimentos; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante o desinteresse dos governadores filipinos.


Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos.

A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV,. Duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de “O Restaurador” dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.





O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão do exército espanhol e vencê-los nas mais importantes batalhas, assinando o tratado de paz definitivo em 1668. Os portugueses conseguiram também expulsar os holandeses do Brasil, Angola e São Tomé e Prã­ncipe restabelecendo o poder Atlântico português, no entanto com a perda do Oriente (Ceuta) para Espanha, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.

Fonte: http://eventos.aprender.pt/1-dezembro-restauracao-independencia-66.html

 
O poema que novos e velhos declamavam ao clarear do dia 1.º de Dezembro.

Salvé o 1.º de Dezembro de 1640!

Eu gosto de recordar
O dia que ao despontar
Já vi livre a Pátria minha.
Esta Pátria tão ditosa, tão linda e 'valerosa'
Das outras Pátrias, Rainha!

Portugueses, celebremos
O Dia da Restauração
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A Fé nos Campos de Ourique,
coragem, fé e valor.
Os famosos 'de Quarenta'
Que lutaram com ardor!